quarta-feira, 15 de março de 2017

Movimento contra reforma previdenciária. Em defesa de quem?




Duas guerras, as mesmas armas! A desinformação. Cada qual objetivando convencer de suas razões. De um lado o governo (não estou falando ESTE governo), mas o sistema “governo”, alegando a necessidade das mudanças. Sua principal arma? Esconder a roubalheira, os desvios e a má gerência do sistema. Do outro lado a representação popular (não falo de Congresso, pois este faz parte do governo “sistema”), mas os movimentos sociais, sindicatos, segmentos com capacidade de mobilização própria, etc. Não falo do POVO propriamente dito porque este, enquanto acontecem os “movimentos”, estão TRABALHANDO. Estes, os grupos organizados, também usam da desinformação para tentar convencer de que TUDO é roubo ou que é desnecessário qualquer tipo de reforma. As reais contas matemáticas (simples) comprovam de que há necessidade de algumas mudanças. A questão é que tudo não passa de um JOGO de interesses corporativistas e pessoais. Ninguém quer abrir mão dos chamados DIREITOS. Exemplo? O Deputado Paulo Pain-PT,  ficou 12 anos ao lado do governo e nunca questionou o sistema previdenciário. Agora que se viu na oposição (sem a mamadeira) quer investigar o sistema. Ele está certo? Agora está. Mas porque não fez isso antes? Enfim, tenho acompanhado a movimentação e vejo claramente um jogo, onde o POVO mesmo fica só na torcida, nem na arquibancada, só fica no aguardo do resultado, seja ele qual for. Certamente haverá concessões na reforma, mas faz parte do jogo, O governo (sistema) propõe algo absurdo para depois alegar que cedeu, e os movimentos através de segmentos “organizados” para dizerem que “conquistaram” algo pelo povo. Na verdade tudo um grande teatro. Entendo também que dos dois lados, governos e movimentos, tem em seus grupos alguns “poucos” bem intencionados, mas que acredito que nem percebem que são também manipulados. Embora já tenho isso como pensamento meu (dentro do meu direito a opinião própria) mas conclui ao observar quem foi e como agiram os que protestaram em nossas cidades.